ESCRITO POR PAULO NOBUO
IASCIC/SHUTTERSTOCK
Consultar sempre um profissional da saúde e realizar exames clínicos regularmente ainda é uma das melhores maneiras para se prevenir de doenças e conhecer tratamentos que garantem saúde em dia. Enquanto uma consulta não é agendada, vale então observar bem o próprio corpo e saber ouvir quando ele dá sinais de que algo não vai bem.
Confira os benefícios de ficar nua em frente ao espelho e conhecer possíveis problemas de saúde que o podem se esconder em traços aparentemente inofensivos, segundo especialistas ouvidos por uma reportagem do site “Daily Mail”, lembrando, claro, que nenhuma avaliação pessoal substitui uma visita ao médico:
Como identificar problemas de saúde
Caroço na virilha: a pequena protuberância pode ser sinal de uma hérnia, que ocorre quando uma parte do corpo empurra uma região do músculo enfraquecida, produzindo a saliência. Em alguns casos, ela precisa ser removida através de uma cirurgia simples.
ANTONIODIAZ/SHUTTERSTOCK
Manchas escuras nas axilas: se além da alteração da coloração ocorrer um espessamento da pele, pode indicar um sinal precoce de diabetes tipo 2. Em alguns casos, uma coceira também pode acompanhar o quadro. Mudanças de estilo de vida, como perda de peso, diminuição de consumo de carboidratos e prática de exercícios podem ajudar a restaurar a cor original da pele.
Um ombro mais alto que o outro: de acordo com ortopedistas, a característica pode ser sinal de escoliose, uma curvatura lateral da coluna vertebral. Fortalecimento da região e alongamento indicado por fisioterapeuta pode melhorar a postura e flexibilidade.
Veia proeminente no meio do peito: o sinal pode indicar uma condição inflamatória conhecida como doença de Mondor, algo bastante raro que normalmente pode ser tratada com medicamentos.
MICOLAS/SHUTTERSTOCK
Pele escura na região dos tornozelos: a característica pode indicar início de uma úlcera de perna, que ocorre quando as veias do membro ficam enfraquecidas, perdendo sua capacidade de empurrar o sangue de volta para o coração.
Veias do pescoço muito saltadas: segundo especialistas, pode ser um sinal de insuficiência cardíaca, ou seja, quando o coração não consegue bombear sangue suficiente em todo o corpo com a pressão correta, provocando o inchaço das veias. É comum que o sintoma seja acompanhado de falta de ar ou inchaço de pés e tornozelos.
Contusões sem impacto: machucados inexplicáveis que aparecem sem uma queda ou batida e duram mais de uma semana podem indicar uma doença do fígado, como hepatite. Hematomas também podem ser sinal de leucemia, que também provoca uma queda nas plaquetas. Apenas uma avaliação médica poderá garantir um diagnóstico certeiro.
SHUTTERSTOCK/NADYA LUKIC
Inchaço nos joelhos: pode ser um sinal inicial de gota, um tipo de artrite que leva ao inchaço doloroso das articulações. A gota é causada por ácido úrico, uma substância química produzida naturalmente no corpo, formando pequenos cristais em torno das articulações. Medicamentos anti-inflamatórios costumam ser indicados para tratar a condição.
Pintas nas pernas ou costas: a grande maioria das pintas é inofensiva, mas, em casos raros, pode indicar melanoma, uma forma agressiva de câncer da pele. Fique atenta caso pintas comecem a surgir e aumentem de tamanho ao passar dos tempos e faça uma checagem constante com um profissional da saúde.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
CONSULTÓRIO DO POVO, há anos promovendo saúde de qualidade a toda população de Belém. E cobrando apenas um preço justo por isso!
Dr Clayton Baeta,formado pela Universidade Estadual do Pará,tem em seu currículo inúmeros cursos de capacitação,além de títulos importantes reconhecidos por toda comunidade médica. Para ter acesso ao atendimento do Dr. Clayton vá ao consultório do povo. Praça João Dias Paes n 4,Bairro da Sacramenta. Tel:(91)33513505 (91) 992071247
terça-feira, 26 de julho de 2016
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Álcool é causa direta de 7 tipos de câncer: quanto é preciso beber para estar em risco?
ESCRITO POR NATHÁLIA GERALDO
ROBERT BROWN STOCK/SHUTTERSTOCK
Um estudo recente indicou que o consumo de álcool é causa direta de pelo menos sete tipos de câncer. Mesmo sem o conhecimento completo sobre os mecanismos biológicos de como essa relação se dá no organismo, os pesquisadores concluíram que há “evidências epidemiológicas”, ou seja, quando se é comprovado um padrão de ocorrência da doença em um determinado grupo de pessoas, que atestam o fato.
A pesquisa ainda concluiu aquilo que muita gente, acostumada a um drinque ali e um copo de cerveja aqui, tinha medo: o risco de desenvolver a doença é dividido inclusive com pessoas que consomem quantidades moderadas de bebidas alcóolicas. Te explicamos a seguir mais detalhes deste estudo e quais os tipos de câncer são associados.
Bebida alcoólica x câncer
SYDA PRODUCTIONS/SHUTTERSTOCK
O estudo foi publicado no jornal científico Addiction (em inglês) e tem sido divulgado largamente pela imprensa internacional. Isto porque ele não só associa a bebida alcoólica ao surgimento de cânceres entre os que consomem quantidades abusivas, como também entre as pessoas que ingerem baixos níveis de álcool.
Publicidade
Os maiores riscos estão associados aos que bebem em maior quantidade, mas uma carga considerável pode ser associada a pessoas que consomem o álcool em níveis baixo ou moderado. O alerta se aplica a todos, entretanto, "devido à distribuição do consumo de bebidas alcoólicas entre a população". "Assim, a redução no consumo de álcool de toda população mundial terá um efeito importante sobre a incidência destas condições, pois promover campanha somente aos que consomem em níveis altos tem potencial limitado".
A conclusão se deu depois de mais de dez anos de estudo e análise de dados de entidades como Fundação Internacional de Pesquisa do Câncer, Agência Internacional de Pesquisa de Câncer e da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Tipos de câncer
Os sete tipos de câncer apresentados no estudo são:
1- orofaringe (de garganta);
2- laringe;
3- esôfago;
4- fígado;
5- cólon;
6- reto;
7- mama.
As estimativas apresentadas no artigo mostram que cerca de meio milhão de mortes por câncer foram causadas pelo álcool, ou seja, 5,8% das mortes por câncer em todo o mundo.
Há ainda um aumento de evidências científicas que mostram a relação do álcool com o câncer de pele, próstata e pâncreas.
Níveis seguros de álcool
A pesquisadora responsável pelo estudo, Jennier Connor, destaca ainda que a ideia de que alguns níveis de álcool no organismo podem ser benéficos, como a de que uma taça de vinho faz bem para a saúde, “é cada vez mais falsa ou irrelevante em comparação ao aumento de riscos de se ter um câncer”. Isto significa que, de acordo com o estudo, não há níveis seguros de consumo de bebida alcoólica para se evitar o câncer.
Reversão dos riscos
Como atenuante, é possível reverter os riscos de câncer de fígado, laringe e faringe ao parar de se ingerir bebida alcóolica. No caso do câncer de fígado, em que uma das causas comuns é o abuso de álcool, os riscos de uma pessoa desenvolver um tumor primário se reduzem em 7% ao ano. Depois de 23 anos sem beber, é como se essa pessoa nunca tivesse ingerido uma gota de álcool.
CRÉDITOS: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
CONSULTÓRIO DO POVO, há anos promovendo saúde de qualidade a toda população de Belém. E cobrando apenas um preço justo por isso!
ROBERT BROWN STOCK/SHUTTERSTOCK
Um estudo recente indicou que o consumo de álcool é causa direta de pelo menos sete tipos de câncer. Mesmo sem o conhecimento completo sobre os mecanismos biológicos de como essa relação se dá no organismo, os pesquisadores concluíram que há “evidências epidemiológicas”, ou seja, quando se é comprovado um padrão de ocorrência da doença em um determinado grupo de pessoas, que atestam o fato.
A pesquisa ainda concluiu aquilo que muita gente, acostumada a um drinque ali e um copo de cerveja aqui, tinha medo: o risco de desenvolver a doença é dividido inclusive com pessoas que consomem quantidades moderadas de bebidas alcóolicas. Te explicamos a seguir mais detalhes deste estudo e quais os tipos de câncer são associados.
Bebida alcoólica x câncer
SYDA PRODUCTIONS/SHUTTERSTOCK
O estudo foi publicado no jornal científico Addiction (em inglês) e tem sido divulgado largamente pela imprensa internacional. Isto porque ele não só associa a bebida alcoólica ao surgimento de cânceres entre os que consomem quantidades abusivas, como também entre as pessoas que ingerem baixos níveis de álcool.
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Os maiores riscos estão associados aos que bebem em maior quantidade, mas uma carga considerável pode ser associada a pessoas que consomem o álcool em níveis baixo ou moderado. O alerta se aplica a todos, entretanto, "devido à distribuição do consumo de bebidas alcoólicas entre a população". "Assim, a redução no consumo de álcool de toda população mundial terá um efeito importante sobre a incidência destas condições, pois promover campanha somente aos que consomem em níveis altos tem potencial limitado".
A conclusão se deu depois de mais de dez anos de estudo e análise de dados de entidades como Fundação Internacional de Pesquisa do Câncer, Agência Internacional de Pesquisa de Câncer e da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Tipos de câncer
Os sete tipos de câncer apresentados no estudo são:
1- orofaringe (de garganta);
2- laringe;
3- esôfago;
4- fígado;
5- cólon;
6- reto;
7- mama.
As estimativas apresentadas no artigo mostram que cerca de meio milhão de mortes por câncer foram causadas pelo álcool, ou seja, 5,8% das mortes por câncer em todo o mundo.
Há ainda um aumento de evidências científicas que mostram a relação do álcool com o câncer de pele, próstata e pâncreas.
Níveis seguros de álcool
A pesquisadora responsável pelo estudo, Jennier Connor, destaca ainda que a ideia de que alguns níveis de álcool no organismo podem ser benéficos, como a de que uma taça de vinho faz bem para a saúde, “é cada vez mais falsa ou irrelevante em comparação ao aumento de riscos de se ter um câncer”. Isto significa que, de acordo com o estudo, não há níveis seguros de consumo de bebida alcoólica para se evitar o câncer.
Reversão dos riscos
Como atenuante, é possível reverter os riscos de câncer de fígado, laringe e faringe ao parar de se ingerir bebida alcóolica. No caso do câncer de fígado, em que uma das causas comuns é o abuso de álcool, os riscos de uma pessoa desenvolver um tumor primário se reduzem em 7% ao ano. Depois de 23 anos sem beber, é como se essa pessoa nunca tivesse ingerido uma gota de álcool.
CRÉDITOS: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
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quarta-feira, 20 de julho de 2016
9 de cada 10 AVCs são evitáveis, diz ciência. Onde estamos errando?
ESCRITO POR MANUELA PAGAN
CORBAC40/SHUTTERSTOCK - ARTE/BOLSADEMULHER
Ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC) é um daqueles medos que todos têm quando o assunto é a própria saúde. Mesmo assim, o estilo de vida geral continua contribuindo para que os derrames aconteçam. Pesquisadores canadenses estimaram que 9 em cada 10 AVCs ao redor de todo o mundo são evitáveis, uma vez que são causados por fatores de risco que dependem apenas de nossas escolhas individuais.
Causas do AVC
O estudo, realizado pela Universidade McMaster, no Canadá, em parceria com o Interstroke Investigators Group – uma associação de diversas instituições de pesquisa em saúde ao redor do mundo -, comparou os hábitos de quase 27 mil pessoas de 32 países. Parte desses indivíduos já havia sofrido um AVC no passado. O objetivo era entender em que proporção o estilo de vida era o determinante do derrame.
A primeira parte desse estudo, chamada Interstroke, foi divulgada anteriormente e revelou os 10 fatores preveníveis de AVC.
ARTEMIDA-PSY/SHUTTERSTOCK
São eles:
Pressão alta;
Tabagismo;
Consumo excessivo de álcool;
Diabetes tipo 2;
Má alimentação;
Sedentarismo;
Colesterol alto;
Problemas cardíacos;
Obesidade;
Estresse.
Como evitar um AVC?
Agora, nesse novo estudo, os pesquisadores avaliaram quantos AVCs deixariam de acontecer se esses riscos fossem evitados.
Eles descobriram que nada menos que 90,7% dos derrames, o equivalente a 9 em cada 10, não ocorreriam se o controle sobre esses fatores fosse maior.
Além do número de AVCs causados pelos fatores de risco, os pesquisadores descobriram também que alguns desses hábitos maléficos estão mais ligados a determinados tipos de AVC. Por exemplo: a hipertensão arterial está muito associada ao AVC hemorrágico, enquanto o tabagismo e o diabetes estão mais relacionados ao AVC isquêmico.
Apesar de alguns serem hábitos, enquanto outros são doenças, todos são fatores de risco para AVC e muitos deles se influenciam mutuamente. Por exemplo: má alimentação é fator de risco para diabetes e hipertensão. Além disso, mesmo que alguns desses problemas já estejam instalados, o controle deles com acompanhamento médico e mudança do estilo de vida é capaz de reduzir as chances de ter um derrame.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
CONSULTÓRIO DO POVO, há anos promovendo saúde de qualidade a toda população de Belém, e cobrando apenas um preço justo por isso!!!
CORBAC40/SHUTTERSTOCK - ARTE/BOLSADEMULHER
Ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC) é um daqueles medos que todos têm quando o assunto é a própria saúde. Mesmo assim, o estilo de vida geral continua contribuindo para que os derrames aconteçam. Pesquisadores canadenses estimaram que 9 em cada 10 AVCs ao redor de todo o mundo são evitáveis, uma vez que são causados por fatores de risco que dependem apenas de nossas escolhas individuais.
Causas do AVC
O estudo, realizado pela Universidade McMaster, no Canadá, em parceria com o Interstroke Investigators Group – uma associação de diversas instituições de pesquisa em saúde ao redor do mundo -, comparou os hábitos de quase 27 mil pessoas de 32 países. Parte desses indivíduos já havia sofrido um AVC no passado. O objetivo era entender em que proporção o estilo de vida era o determinante do derrame.
A primeira parte desse estudo, chamada Interstroke, foi divulgada anteriormente e revelou os 10 fatores preveníveis de AVC.
ARTEMIDA-PSY/SHUTTERSTOCK
São eles:
Pressão alta;
Tabagismo;
Consumo excessivo de álcool;
Diabetes tipo 2;
Má alimentação;
Sedentarismo;
Colesterol alto;
Problemas cardíacos;
Obesidade;
Estresse.
Como evitar um AVC?
Agora, nesse novo estudo, os pesquisadores avaliaram quantos AVCs deixariam de acontecer se esses riscos fossem evitados.
Eles descobriram que nada menos que 90,7% dos derrames, o equivalente a 9 em cada 10, não ocorreriam se o controle sobre esses fatores fosse maior.
Além do número de AVCs causados pelos fatores de risco, os pesquisadores descobriram também que alguns desses hábitos maléficos estão mais ligados a determinados tipos de AVC. Por exemplo: a hipertensão arterial está muito associada ao AVC hemorrágico, enquanto o tabagismo e o diabetes estão mais relacionados ao AVC isquêmico.
Apesar de alguns serem hábitos, enquanto outros são doenças, todos são fatores de risco para AVC e muitos deles se influenciam mutuamente. Por exemplo: má alimentação é fator de risco para diabetes e hipertensão. Além disso, mesmo que alguns desses problemas já estejam instalados, o controle deles com acompanhamento médico e mudança do estilo de vida é capaz de reduzir as chances de ter um derrame.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
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terça-feira, 19 de julho de 2016
Intestino preso e diarreia intercalados é sinal de perigo à saúde: saiba o que pode ser
ESCRITO POR CLAUDIA BORGES
AXL/SHUTTERSTOCK
Assim como a constipação e a dificuldade em evacuar, uma diarreia também indica que algo não vai bem com a sua saúde e as causas precisam ser levadas ao médico e investigadas, incluindo até a informação de quantas vezes ao dia uma pessoa vai ao banheiro. Os dois problemas, aparentemente opostos, podem aparecer de maneira intercalada, indicando sinal de perigo.
Prisão de ventre e diarreia ao mesmo tempo
PIOTR MARCINSKI/SHUTTERSTOCK
Especialistas considera normal ir ao banheiro entre 3 vezes ao dia até 3 vezes por semana. Se esta frequência não condiz com seu cotidiano e você sente prisão de ventre e diarreia ao mesmo tempo, cólicas constantes, excesso de gases ou sensação de estufamento, pode então está enfrentando alguma condição de saúde que precisa ser identificada.
Após uma consulta médica, exames clínicos podem ajudar a descobrir se a pessoa sofre de doença celíaca, câncer no intestino, intolerância à lactose ou retocolite. Se todas as alternativas forem descartadas, o mais provável então é que o paciente tenha síndrome do intestino irritável.
O que é síndrome do intestino irritável?
VECTORFUSIONART/SHUTTERSTOCK
Por não se tratar de uma doença, mas sim de uma síndrome, ou seja, um conjunto de sintomas, a condição nem sempre é descoberta com facilidade e costuma ser diagnosticada somente após afastadas as chances de outras doenças.
A síndrome do intestino irritável está relacionada a alterações da flora intestinal, ao estresse, aos neurotransmissores (em grande parte produzidos pelo intestino) , entre outros fatores, mas não é possível identificar defeito anatômico, fisiológico, químico ou de qualquer ordem que cause o problema.
Como cada pessoa reage de maneira diferente à síndrome, o tratamento pode variar bastante, de acordo com a natureza e intensidade do problema. Além de alguns medicamentos específicos, quem sofre com a condição precisará alterar hábitos alimentares e até tentar um controle do estresse e ansiedade para reduzir as chances de crises no futuro.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
CONSULTÓRIO DO POVO, há anos promovendo saúde de qualidade a toda população de Belém e cobrando apenas um preço justo por isso!
AXL/SHUTTERSTOCK
Assim como a constipação e a dificuldade em evacuar, uma diarreia também indica que algo não vai bem com a sua saúde e as causas precisam ser levadas ao médico e investigadas, incluindo até a informação de quantas vezes ao dia uma pessoa vai ao banheiro. Os dois problemas, aparentemente opostos, podem aparecer de maneira intercalada, indicando sinal de perigo.
Prisão de ventre e diarreia ao mesmo tempo
PIOTR MARCINSKI/SHUTTERSTOCK
Especialistas considera normal ir ao banheiro entre 3 vezes ao dia até 3 vezes por semana. Se esta frequência não condiz com seu cotidiano e você sente prisão de ventre e diarreia ao mesmo tempo, cólicas constantes, excesso de gases ou sensação de estufamento, pode então está enfrentando alguma condição de saúde que precisa ser identificada.
Após uma consulta médica, exames clínicos podem ajudar a descobrir se a pessoa sofre de doença celíaca, câncer no intestino, intolerância à lactose ou retocolite. Se todas as alternativas forem descartadas, o mais provável então é que o paciente tenha síndrome do intestino irritável.
O que é síndrome do intestino irritável?
VECTORFUSIONART/SHUTTERSTOCK
Por não se tratar de uma doença, mas sim de uma síndrome, ou seja, um conjunto de sintomas, a condição nem sempre é descoberta com facilidade e costuma ser diagnosticada somente após afastadas as chances de outras doenças.
A síndrome do intestino irritável está relacionada a alterações da flora intestinal, ao estresse, aos neurotransmissores (em grande parte produzidos pelo intestino) , entre outros fatores, mas não é possível identificar defeito anatômico, fisiológico, químico ou de qualquer ordem que cause o problema.
Como cada pessoa reage de maneira diferente à síndrome, o tratamento pode variar bastante, de acordo com a natureza e intensidade do problema. Além de alguns medicamentos específicos, quem sofre com a condição precisará alterar hábitos alimentares e até tentar um controle do estresse e ansiedade para reduzir as chances de crises no futuro.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
CONSULTÓRIO DO POVO, há anos promovendo saúde de qualidade a toda população de Belém e cobrando apenas um preço justo por isso!
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Saiba como é a sensação de um infarto e aprenda a identificar
ESCRITO POR ANDRESSA SALES
THEERAPOL PONGKANGSANANAN/SHUTTERSTOCK
Os sintomas mais conhecidos que ajudam a identificar um infarto são dores fortes no peito e no braço, mas saber que essas sensações não são as únicas que indicam o problema é importante para evitar complicações, já que, segundo estudos, quase metade dos ataques do coração são silenciosos e descoberto apenas quando o paciente passa por exames de rotina.
Sintomas de infarto
Além de dor no peito e formigamento no braço esquerdo e pescoço, falta de ar, dores nas costas, suor frio, vômito e náuseas podem ser sinais de que a pessoa está tendo um infarto. Outros sintomas que podem acusar o problema são dores no peito que surgem depois de atividades físicas e somem quando ocorre o descanso e uma espécie de queimação no estômago, mas sem relação com alimentação.
CSABA DELI/SHUTTERSTOCK
Sinais de infarto
Nem todo mundo sabe, mas pesquisas mostram que até um mês antes do infarto é possível que apareçam alguns sintomas, como dor no peito e alteração do ritmo respiratório que causa falta de ar principalmente entre mulheres.
Publicidade
O mesmo trabalho cientifico ainda apontou que 93% das pessoas que sofreram infarto apresentarem sintomas como falta de ar, dores no peito, palpitação e desmaio cerca de 24 horas antes do ataque no coração.
HASAN EROGLU/SHUTTERSTOCK
Como evitar infarto
Estimativas apontam que a probabilidade de uma mulher morrer de infarto é 50% maior quando comparada aos homens e uma das explicações está ligada ao menor calibre das artérias, o que faz com que as placas ateromatosas se fechem causando obstrução.
O fumo, aliado ao anticoncepcional, é um dos grandes motivos para o infarto em mulheres. Procure não ser sedentária e manter alimentações e hábitos mais saudáveis, evitando o risco de um ataque cardíaco.
Procure realizar exames de rotina e, se possui diabetes, histórico na família ou hipertensão, saiba que tem aumentado seus riscos de desenvolver problemas cardíacos. Fique atenta caso os sintomas apareçam após emoções fortes ou situações estressantes.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
CONSULTÓRIO DO POVO, há anos promovendo saúde de qualidade a toda população de Belém. E cobrando apenas um preço justo por isso!
THEERAPOL PONGKANGSANANAN/SHUTTERSTOCK
Os sintomas mais conhecidos que ajudam a identificar um infarto são dores fortes no peito e no braço, mas saber que essas sensações não são as únicas que indicam o problema é importante para evitar complicações, já que, segundo estudos, quase metade dos ataques do coração são silenciosos e descoberto apenas quando o paciente passa por exames de rotina.
Sintomas de infarto
Além de dor no peito e formigamento no braço esquerdo e pescoço, falta de ar, dores nas costas, suor frio, vômito e náuseas podem ser sinais de que a pessoa está tendo um infarto. Outros sintomas que podem acusar o problema são dores no peito que surgem depois de atividades físicas e somem quando ocorre o descanso e uma espécie de queimação no estômago, mas sem relação com alimentação.
CSABA DELI/SHUTTERSTOCK
Sinais de infarto
Nem todo mundo sabe, mas pesquisas mostram que até um mês antes do infarto é possível que apareçam alguns sintomas, como dor no peito e alteração do ritmo respiratório que causa falta de ar principalmente entre mulheres.
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O mesmo trabalho cientifico ainda apontou que 93% das pessoas que sofreram infarto apresentarem sintomas como falta de ar, dores no peito, palpitação e desmaio cerca de 24 horas antes do ataque no coração.
HASAN EROGLU/SHUTTERSTOCK
Como evitar infarto
Estimativas apontam que a probabilidade de uma mulher morrer de infarto é 50% maior quando comparada aos homens e uma das explicações está ligada ao menor calibre das artérias, o que faz com que as placas ateromatosas se fechem causando obstrução.
O fumo, aliado ao anticoncepcional, é um dos grandes motivos para o infarto em mulheres. Procure não ser sedentária e manter alimentações e hábitos mais saudáveis, evitando o risco de um ataque cardíaco.
Procure realizar exames de rotina e, se possui diabetes, histórico na família ou hipertensão, saiba que tem aumentado seus riscos de desenvolver problemas cardíacos. Fique atenta caso os sintomas apareçam após emoções fortes ou situações estressantes.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
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quinta-feira, 14 de julho de 2016
Pesquisa mostra como é consumo de açúcar branco do brasileiro: você exagera na dose?
ESCRITO POR PAULO NOBUO
SVETLANA LUKIENKO/SHUTTERSTOCK
Apesar de conhecer os efeitos negativos do excesso de consumo de açúcar para a dieta, a saúde e até aparência da pele, o alimento ainda é muito presente na mesa dos brasileiros, segundo recente pesquisa realizada pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, que ouviu cerca de 1.200 pessoas entre 18 e 85 anos.
Açúcar: consumo diário
O hábito de consumir açúcar foi revelado por 70% dos brasileiros e, dentro deste total, 85% faziam uso do açúcar branco, ou seja, o refinado, contra 3% que consumem o mascavo, 1% o demerara e 0,5% a versão light do alimento. Em relação à frequência, 26% dos entrevistaram dizem consumir açúcar diariamente.
THINKSTOCK
Na maior parte das vezes, 88%, o açúcar é utilizado para adoçar café ou chá, seguido por 62% que usavam o alimento para preparar doces e sobremesas, enquanto 42% usavam o açúcar na hora de consumir leite.
Publicidade
As mulheres são as maiores consumidoras de açúcar, representando 53,5% do total, normalmente ingerido através de bolos, bolachas, doces e chocolate. A pesquisa ainda mostrou que 30% dos entrevistados praticavam exercícios físicos e, desses, 67% ingeriam o alimento diariamente.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
CONSULTÓRIO DO POVO, há anos promovendo saúde de qualidade a toda população de Belém. E cobrando apenas um preço justo por isso!
SVETLANA LUKIENKO/SHUTTERSTOCK
Apesar de conhecer os efeitos negativos do excesso de consumo de açúcar para a dieta, a saúde e até aparência da pele, o alimento ainda é muito presente na mesa dos brasileiros, segundo recente pesquisa realizada pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, que ouviu cerca de 1.200 pessoas entre 18 e 85 anos.
Açúcar: consumo diário
O hábito de consumir açúcar foi revelado por 70% dos brasileiros e, dentro deste total, 85% faziam uso do açúcar branco, ou seja, o refinado, contra 3% que consumem o mascavo, 1% o demerara e 0,5% a versão light do alimento. Em relação à frequência, 26% dos entrevistaram dizem consumir açúcar diariamente.
THINKSTOCK
Na maior parte das vezes, 88%, o açúcar é utilizado para adoçar café ou chá, seguido por 62% que usavam o alimento para preparar doces e sobremesas, enquanto 42% usavam o açúcar na hora de consumir leite.
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As mulheres são as maiores consumidoras de açúcar, representando 53,5% do total, normalmente ingerido através de bolos, bolachas, doces e chocolate. A pesquisa ainda mostrou que 30% dos entrevistados praticavam exercícios físicos e, desses, 67% ingeriam o alimento diariamente.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
CONSULTÓRIO DO POVO, há anos promovendo saúde de qualidade a toda população de Belém. E cobrando apenas um preço justo por isso!
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Dor de garganta pode ter origem no estômago: antibiótico nesse caso é arriscado
ESCRITO POR BEATRIZ HELENA
POPROTSKIY ALEXEY / SHUTTERSTOCK
Nem toda dor de garganta deve e pode ser tratada com antibiótico
É muito comum que, a qualquer sinal de dor de garganta, muitos acreditem que seja necessário começar a tomar antibióticos. O problema no entanto, pode ter outras três causas além da infecção por bactérias - uma delas, inclusive, é pouco conhecida e merece investigação, diagnóstico e tratamento preciso. Saber quais são todas elas evita o uso de medicamentos indiscriminadamente, ação que traz graves prejuízos à saúde a longo prazo.
O que dá dor de garganta
DECADE3D - ANATOMY ONLINE / SHUTTERSTOCK
Causas comuns
De acordo com o otorrinolaringologista Dr. Jamal Azzam, a infecção por bactérias - microrganismos que geram as infecções - é uma das causas mais recorrentes do incômodo. Neste caso, o tratamento é feito com antibióticos.
Outro acometimento comum que leva ao problema são inflamações ou irritações simples e que podem ter diversas causas, como o grande esforço das cordas vocais, tempo seco e ar poluído.
Outra causa são as viroses - doenças geradas a partir da contaminação do organismo por vírus. Apesar de serem comumente confundidas com infecções bacterianas, essas não são tratadas com antibióticos.
Causa pouco conhecida: problema no estômago
Pode até parecer não fazer sentido, mas, segundo explica Dr. Azzam, problemas no sistema digestivo podem também causar o incômodo.
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O refluxo laringofaríngeo é um problema no estômago que pode ter como sintoma a dor de garganta. “É muito comum hoje em dia confundirem. Nesse caso, o paciente tem uma leve sensação de que tem algo parado na garganta, sente muita vontade de tossir e, às vezes, fica rouco”, comenta.
Tratamento para dor de garganta
PHOTOGRAPHEE.EU/SHUTTERSTOCK
É por isso que, antes de começar um tratamento específico, é essencial procurar ajuda médica para uma investigação e diagnóstico precisos.
No caso da dor de garganta causada por refluxo, o uso de antibiótico para tratar uma infecção inexistente na garganta, além de não atacar a origem do problema, pode ainda levar a outras complicações e até agravar alguns sintomas.
A automedicação ou o uso indiscriminado de antibióticos pode levar a problemas de saúde, como desregulação intestinal – o medicamento afeta a população de bactérias benéficas ao corpo -, além de ainda tornar as bactérias nocivas ainda mais resistentes a eles, fazendo com que o paciente tenha que, a cada vez que ficar doente, fazer uso de um medicamento ainda mais forte.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
CONSULTÓRIO DO POVO, há anos promovendo saúde de qualidade a toda população de Belém. E cobrando apenas um preço justo por isso!
POPROTSKIY ALEXEY / SHUTTERSTOCK
Nem toda dor de garganta deve e pode ser tratada com antibiótico
É muito comum que, a qualquer sinal de dor de garganta, muitos acreditem que seja necessário começar a tomar antibióticos. O problema no entanto, pode ter outras três causas além da infecção por bactérias - uma delas, inclusive, é pouco conhecida e merece investigação, diagnóstico e tratamento preciso. Saber quais são todas elas evita o uso de medicamentos indiscriminadamente, ação que traz graves prejuízos à saúde a longo prazo.
O que dá dor de garganta
DECADE3D - ANATOMY ONLINE / SHUTTERSTOCK
Causas comuns
De acordo com o otorrinolaringologista Dr. Jamal Azzam, a infecção por bactérias - microrganismos que geram as infecções - é uma das causas mais recorrentes do incômodo. Neste caso, o tratamento é feito com antibióticos.
Outro acometimento comum que leva ao problema são inflamações ou irritações simples e que podem ter diversas causas, como o grande esforço das cordas vocais, tempo seco e ar poluído.
Outra causa são as viroses - doenças geradas a partir da contaminação do organismo por vírus. Apesar de serem comumente confundidas com infecções bacterianas, essas não são tratadas com antibióticos.
Causa pouco conhecida: problema no estômago
Pode até parecer não fazer sentido, mas, segundo explica Dr. Azzam, problemas no sistema digestivo podem também causar o incômodo.
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O refluxo laringofaríngeo é um problema no estômago que pode ter como sintoma a dor de garganta. “É muito comum hoje em dia confundirem. Nesse caso, o paciente tem uma leve sensação de que tem algo parado na garganta, sente muita vontade de tossir e, às vezes, fica rouco”, comenta.
Tratamento para dor de garganta
PHOTOGRAPHEE.EU/SHUTTERSTOCK
É por isso que, antes de começar um tratamento específico, é essencial procurar ajuda médica para uma investigação e diagnóstico precisos.
No caso da dor de garganta causada por refluxo, o uso de antibiótico para tratar uma infecção inexistente na garganta, além de não atacar a origem do problema, pode ainda levar a outras complicações e até agravar alguns sintomas.
A automedicação ou o uso indiscriminado de antibióticos pode levar a problemas de saúde, como desregulação intestinal – o medicamento afeta a população de bactérias benéficas ao corpo -, além de ainda tornar as bactérias nocivas ainda mais resistentes a eles, fazendo com que o paciente tenha que, a cada vez que ficar doente, fazer uso de um medicamento ainda mais forte.
Créditos: Texto extraído do site www.bolsademulher.com
CONSULTÓRIO DO POVO, há anos promovendo saúde de qualidade a toda população de Belém. E cobrando apenas um preço justo por isso!
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